A ASICS entrou de só no mercado de beleza com a campanha “Get the Glow”, desafiando frontalmente a indústria de skincare. A mensagem é direta e provocativa: o verdadeiro brilho não vem de um pote de creme, mas do bem-estar gerado pelo movimento. A iniciativa posiciona a atividade física como principal ferramenta para uma pele saudável e uma mente equilibrada. Afinal, qual é o segredo do brilho? Enquanto as buscas online pelo termo “glow” cresceram 43% no último ano, a ASICS subverteu a lógica do mercado. A marca trocou os filtros e as rotinas de beleza por uma proposta mais autêntica: a beleza que nasce do suor. Com a hashtag #ASICSGetTheGlow, atletas como a tenista Belinda Bencic, influenciadores e pessoas comuns mostram seus rostos pós-treino, sem maquiagem e sem retoques. A aposta se baseia em dados de um estudo da própria marca, que revelou que apenas 15 minutos de exercício já são suficientes para melhorar o humor e dar à pele um brilho natural e visível. Muito além do tênis: a estratégia por trás da corrida Essa jogada é um claro reposicionamento estratégico. Alinhada à sua filosofia “Mente Sã em Corpo São”, a ASICS deixa de vender apenas produtos para abraçar um estilo de vida completo. A marca se insere de vez em uma conversa sobre saúde integral, onde bem-estar físico e emocional são indissociáveis. Ao valorizar experiências genuínas, a campanha fortalece a conexão emocional com consumidores que não buscam apenas desempenho, mas também um senso de comunidade e proteção. O futuro do bem-estar é integrado “Get the Glow” é mais do que uma campanha; é uma tendência da crescente convergência entre fitness, beleza e bem-estar. A ASICS não apenas acordos uma tendência cultural, mas a usou para ditar o ritmo do mercado, desafiando o status quo. A lição para o setor é clara: as marcas que entendem que o bem-estar começa de dentro para fora e devem traduzir isso em produtos e comunicação autênticos sairão na frente. Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Esqueça a ideia de que o açaí sirva apenas como energia para o pré-treino. Uma nova pesquisa revela seu potencial como um poderoso neuroprotetor, com efeitos diretos na redução da ansiedade e da depressão, especialmente durante a adolescência. O superfood brasileiro está se consolidando como um jogador sério no universo do bem-estar cerebral. Mas como esse superpoder funciona? A mágica acontece graças à alta concentração de compostos bioativos, como as antocianinas, que dão a cor roxa característica ao fruto. Esses fitoquímicos funcionam como um verdadeiro escudo para o cérebro, aumentando a atividade de enzimas antioxidantes. Na prática, eles combatem o estresse oxidativo – um tipo de “ferrugem” celular associada a transtornos emocionais – em áreas-chave para a regulação do humor e cognição, como o córtex pré-frontal, a amígdala e o hipocampo. O estudo em ratos adolescentes mostrou que o consumo do suco de açaí não apresenta apenas comportamentos ansiosos e depressivos, como também fortaleceu as defesas neurais sem alterar a locomoção, diminuindo um efeito focado e não sedativo. Do laboratório para o mercado: qual o impacto real? Os resultados abrem uma avenida de oportunidades no mercado de bem-estar. A adolescência é uma fase de alta vulnerabilidade para o desenvolvimento de transtornos mentais, e ter um alimento funcional com essa capacidade protetora é um divisor de águas. A descoberta impulsionou o desenvolvimento de bebidas e suplementos focados em saúde mental, um nicho que não para de crescer. Empresas do setor já podem vislumbrar a criação de extratos patenteados de açaí, posicionando o fruto como uma alternativa natural e eficaz para a neuroproteção. Embora a pesquisa seja pré-clínica e mais estudos em humanos sejam necessários, o recado é claro: o açaí tem credenciais para ir muito além da tigela. Ele se posiciona como um ingrediente estratégico na intersecção entre nutrição, tecnologia e saúde mental, provando que o futuro do bem-estar pode, sim, estar na natureza. Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
Um estudo publicado no Journal of Applied Physiology mostrou que exercícios intervalados de alta intensidade realizados no frio aumentaram significativamente a oxidação de gordura durante o treino quando comparados ao mesmo protocolo em temperatura ambiente em alguns momentos a diferença chegou perto de 83 por cento O frio força o corpo a gastar mais gordura Os pesquisadores colocaram participantes para realizar sessões de HIIT tanto em ambiente neutro quanto em ambiente frio a 0 graus durante o exercício o corpo dos participantes expostos ao frio utilizou mais gordura como fonte de energia mesmo sem aumento no gasto calórico total Mais gordura usada não significa resultado automático Apesar do aumento agudo na queima de gordura os efeitos metabólicos no dia seguinte não foram tão positivos os pesquisadores observaram respostas menos favoráveis em marcadores ligados à glicose e metabolismo pós refeição o que mostra que o cenário é mais complexo do que apenas queimar mais gordura durante o treino O corpo reage ao frio como mecanismo de sobrevivência Parte desse efeito acontece porque o organismo precisa trabalhar mais para manter a temperatura corporal estável e isso altera a forma como utiliza combustível energético especialmente durante exercícios intensos Frio não é atalho mágico O estudo não mostra que treinar no frio automaticamente emagrece mais nem que ambientes gelados sejam superiores para todos os objetivos o principal achado está na mudança aguda do metabolismo energético durante a sessão e não necessariamente em benefícios sustentados de composição corporal O que fica O treino no frio reforça como o ambiente também influencia a resposta do corpo ao exercício no fim não é só o que você faz mas o contexto em que o corpo precisa responder ao estímulo Fonte: “High intensity interval exercise in the cold regulates acute and postprandial metabolism” publicado no Journal of Applied PhysiologyPMID: 33270513DOI: 10.1152/japplphysiol.00384.2020 Quer continuar por dentro do que realmente está apostando no bem-estar? A newsletter da FitFeed entrega, toda semana, um radar com os movimentos mais importantes do setor. Inscreva-se em 👉 https://fitfeed-newsletter.beehiiv.com/
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